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Litoral na Planta

Investir em imóveis no litoral de Santa Catarina

O litoral norte de Santa Catarina reúne três das cinco cidades com metro quadrado mais caro entre as 56 do índice FipeZap de setembro de 2026: Balneário Camboriú (2ª), Itapema (3ª) e Itajaí (5ª), atrás só de Vitória no topo. A região lançou e vendeu muito em 2025. Para investir, compare preço do metro quadrado, fase da obra, distância do mar e perfil de cada cidade.

Por Lucas Baêta. Atualizado em 4 de outubro de 2026.

Preço do metro quadrado

Segundo o índice FipeZap de venda residencial de setembro de 2026, o metro quadrado médio era de R$ 15.369 em Balneário Camboriú (alta de 3,38% em 12 meses), R$ 15.340 em Itapema (alta de 4,37%) e R$ 13.453 em Itajaí (alta de 5,25%). Entre as 56 cidades do índice, Vitória lidera, Balneário Camboriú é a 2ª, Itapema a 3ª e Itajaí a 5ª; em setembro, Balneário Camboriú passou Itapema. Porto Belo, Bombinhas e Camboriú não fazem parte do índice. Fonte: FipeZap, setembro de 2026.

Faça a contaImóvel na planta ou renda fixa: compare o mesmo dinheiroCDI: 13,65% ao ano (Banco Central, 01/10/2026)Abrir a calculadora

Lançamentos

Levantamento da DWV divulgado pelo portal Portas apontou R$ 13,4 bilhões em vendas (VGV) no litoral norte de SC em 2025, com destaque para Porto Belo, Itajaí e Balneário Camboriú. Fonte: Portas.

As seis cidades

Valorização: o que os números dizem e o que não dizem

Os números acima são do passado, com fonte e data. Eles não garantem o que vai acontecer. Em uma região com muitos lançamentos, a oferta futura também pesa no preço de revenda. Por isso a escolha do bairro, da fase da obra e da incorporadora importa tanto quanto a cidade.

Perguntas frequentes

Qual cidade do litoral de SC tem o metro quadrado mais caro?

No FipeZap de setembro de 2026, Balneário Camboriú (R$ 15.369) passou Itapema (R$ 15.340) e ficou em 2º lugar entre as 56 cidades do índice, atrás de Vitória; Itajaí (R$ 13.453) é a 5ª.

Vale a pena investir em imóvel na planta no litoral de SC?

Depende do preço de entrada, do prazo e do uso. Os dados de preço do metro quadrado mostram alta nos últimos 12 meses, mas valorização passada não garante a futura. Compare bairros e incorporadoras antes de decidir.